27.3.11

Publicação: Roteiro para criação de Unidades de Conservação Municipais





20.3.11

WorldClim - Global Climate Data


Worldclim é um conjunto de layers do clima global com resolução espacial de 1 km2. Eles podem ser usados em projetos de mapeamento e modelagem de nicho ecológico. Seu formato é compatível na maioria dos programas de SIG, principalmente DIVA-GIS.

Para acessar clique aqui.


19.3.11

Banco de dados georreferenciado - MMA


O Ministério do Meio Ambiente disponibiliza dados ambientais georreferenciados, como delimitação das Unidades de Conservação, Terras Índigenas, Zoneamentos Regionais, entre outros. Tudo disponibilizado em formato .shp compatível em ARCGIS, DIVA-GIS e na maioria dos softwares de geoprocessamento. Para acessar clique aqui.

Existe também a opção de visualização pelo i3Geo, sistema que gera mapas de forma rápida e simples. 



Programa Zoneamento Ecológico-Econômico Brasileiro



O Zoneamento Ecológico-Econômico – ZEE – é um instrumento de gestão territorial e ambiental. Inicialmente planejado para a Amazônia Legal, devido à visibilidade da floresta nos organismos internacionais, à pressão de entidades ligadas ao meio ambiente e às formas inadequadas de uso dos recursos naturais, o ZEE tornou-se, posteriormente, um Programa do Plano Plurianual – PPA – para todo o país.

Para acessar o material disponibilizado pelo Ministério do Meio Ambiente acesse aqui.


Guilda Cursos: Orientação geográfica



Guilda Cursos: Orientação geográfica: Paul Colas-Rosas, biólogo e mestre em zoologia, irá ministrar um curso de orientação geográfica em Campinas-SP. Quem se interessar clique no link acima.

Vale a pena visitar também o site da GUILDA CURSOS. A programação de 2011 oferece cursos de diversas temáticas.

17.3.11

Publicação - Anfíbios do Estado de São Paulo, Brasil: Conhecimento Atual e Perspectivas


Atualização da lista de espécies de anfíbios do Estado de São Paulo, com indicações de lacunas de conhecimento e potencialidades de estudo. 


Download do pdf aqui.

10.1.11

Porque o café sombreado não garante a conservação da biodiversidade: um estudo de caso na região do Chiapas, México


Recentemente o periódico Ecology and Society publicou um artigo interessante sobre a situação dos plantios de cafés sombreados na região do Chiapas, México. O artigo relata que com o aumento do preço dos cafés sustentáveis ao longo dos anos de 1991 a 2001, houve um aumento da conversão de áreas de florestas primárias em culturas de cafés sombredos. O que na visão dos autores é um paradoxo de sustentabilidade, pois a fisionomia de café sombreado possui menor riqueza de espécies do que as florestas primárias da região.

Na minha opinião acho que este artigo ressalta a importância de questões como dinâmica do uso do solo deve ser levada em consideração nos critérios de certificação ambiental.

Mas esta situação mostra também que o Brasil possui um imenso potencial para café sombreados ecológicos, principalmente na Mata Atlântica de MG e SP, em cultivo consorciado com plantios de nativa em áreas de recuperação ambiental. Assim, a tendência seria outra, aumento do café sombreado e aumento da floresta nativa.

Segue abaixo o link do artigo na íntegra para quem se interessar: